O custo escondido das 8 versões de orçamento paramétrico
Um orçamento paramétrico costuma nascer no início do projeto e ficar defasado poucas semanas depois. Cada mudança de decisão de produto ou de projeto gera uma nova versão, e é comum um empreendimento chegar a sete ou oito versões por causa de uma única alteração relevante, como ajustar a relação de esquadrias por área construída, por exemplo.
O que isso custa de verdade:
O custo direto da revisão técnica. Ele é visível, tem horas de equipe e aparece em qualquer reunião de produtividade.
O custo indireto do tempo: decisão que espera orçamento atualizado corre risco de virar decisão tardia.
O custo de não poder simular. Orçar cenários com qualidade e velocidade hoje depende de manter um time dedicado só a isso, estrutura que a maior parte das incorporadoras de médio porte não sustenta.
De documento fechado para ferramenta de simulação contínua
É essa a lógica da COMPAREO: em vez de produzir uma composição nova a cada cenário, o incorporador compara o seu empreendimento com obras reais e semelhantes, por tipologia, região e percentil, sobre mais de 80.000 registros de obras de Santa Catarina.
O próximo passo já está em desenvolvimento. Pelo CostPilot, o incorporador vai perguntar pelo WhatsApp qual o impacto estimado de uma mudança e receber o custo em tempo real, antes de decidir, não depois.
O efeito é transformar o orçamento em ferramenta viva, e dar ao incorporador de médio porte a autonomia que hoje depende de um time dedicado.
A pergunta útil não é quantas versões de orçamento o último projeto consumiu. É quantas decisões de produto foram fechadas enquanto a versão seguinte estava sendo feita. Esse número raramente está em um relatório, e é ele que diz se o custo é critério de decisão na sua operação ou apenas o registro do que já foi decidido.
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