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Março na TÁTICO: o que consolidamos sobre funding, dados, processos e o futuro da construção

Março na TÁTICO
Março na TÁTICO: o que consolidamos sobre funding, dados, processos e o futuro da construção

Março foi um mês de forte circulação estratégica para a TÁTICO. Mais do que presença institucional, a empresa esteve em ambientes onde os temas mais relevantes do setor foram discutidos na prática. Entre eles, estão funding, mercado de capitais, inovação, IA, industrialização e eficiência operacional.

Ao longo do mês, os sócios da TÁTICO participaram do Bootcamp Funding Imobiliário, do Fórum Deep Dive – Alternativas de Funding, do EmpreendeSC, do CMO Summit e do Conexchange. Em todos esses espaços, um recado ficou claro: o mercado está mais exigente, mais seletivo e cada vez menos tolerante ao improviso.

A TÁTICO não apenas acompanhou tendências, mas esteve onde as conversas mais relevantes do setor acontecem para ampliar repertório, aprofundar benchmarking e transformar leitura de mercado em direção prática para os clientes.

O capital mudou — e isso muda a forma de preparar o negócio

Na agenda de São Paulo, com participação de Felipe Doneda, Sócio de Diretor Executivo, a TÁTICO esteve em dois ambientes estratégicos para quem acompanha o futuro do mercado imobiliário: o Bootcamp Funding Imobiliário e o 8º Fórum Deep Dive – Alternativas de Funding.

Os dois encontros reforçaram uma mudança importante. O modelo tradicional de financiamento perdeu centralidade. Além disso, o mercado de capitais passou a exigir mais preparo, mais clareza e mais estrutura.

Hoje, não basta buscar recurso. É preciso entender qual tipo de capital faz sentido para cada projeto. Também é necessário saber quais critérios o investidor utiliza e como a empresa se posiciona diante disso.

Esse movimento exige mais maturidade das incorporadoras e construtoras. Estruturar um projeto sem um plano claro de captação aumenta o custo, reduz o acesso e limita o crescimento. Da mesma forma, ignorar a tese do credor e manter informações desorganizadas compromete o processo desde o início.

Compliance deixou de ser checklist

Um dos principais pontos observados por Felipe nesses encontros foi a mudança no significado de compliance. Antes, bastava “ter” ERP, balanço auditável, documentos organizados e algum nível de acompanhamento. Agora, isso já não diferencia ninguém.

O diferencial está na qualidade da informação. Além disso, pesa a forma como ela está estruturada e a facilidade de acesso para quem vai analisá-la. Em outras palavras, não basta possuir dados. É preciso apresentar dados que respondam rapidamente às perguntas certas, do jeito certo, para a pessoa certa.

Essa leitura tem conexão direta com a forma como a TÁTICO enxerga a Gestão de Custos. Informação mal organizada gera ruído, retrabalho e decisões mais lentas. Por outro lado, informação estruturada gera clareza, previsibilidade e confiança.

O match com o capital importa tanto quanto o projeto

Outro ponto consolidado a partir da participação de Felipe no Bootcamp e no Deep Dive foi a importância do match entre projeto e fonte de capital.

Cada credor, gestora ou investidor opera com uma tese. Quando a empresa não conhece essas teses, perde tempo, energia e oportunidades. Isso acontece porque tenta encaixar o projeto em estruturas que não fazem sentido.

Quando conhece essas teses, o cenário muda. A apresentação melhora, o ruído diminui e a chance de acesso aumenta. Portanto, mais do que captação, isso é estratégia.

Além disso, esse movimento não deve acontecer de forma pontual. Ele precisa ser construído como processo.

Inovação e negócios também passam por contexto e conexão

Enquanto Felipe aprofundava a leitura sobre mercado de capitais em São Paulo, Danilo Casagrande, Sócio e Diretor Financeiro e Marketing, acompanhou a movimentação do EmpreendeSC. O evento é um dos principais ambientes de negócios e inovação do Sul de Santa Catarina.

A presença no evento reforça um ponto importante para a TÁTICO. O crescimento não acontece apenas pela operação. Ele também depende de contexto, visão de mercado, relacionamento e capacidade de ler o que está mudando no comportamento dos negócios.

Eventos como esse ampliam a visão sobre como empresas, líderes e ecossistemas estão se movimentando. Além disso, ajudam a identificar quais pautas estão ganhando espaço e como a construção civil pode se beneficiar de uma postura mais estratégica, conectada e preparada para evoluir.

IA sem base organizada continua sendo ruído mais rápido

No CMO Summit, com participação de Danilo, outro tema ganhou força e conversa diretamente com a realidade da TÁTICO: o uso da inteligência artificial.

A percepção foi clara. A IA pode acelerar processos e ampliar a capacidade operacional. No entanto, seu resultado depende da qualidade da base por trás dela. Sem dados estruturados, sem organização da informação e sem critério, a tecnologia não resolve o problema. Ela apenas acelera uma operação desorganizada.

Outro ponto observado por Danilo foi o excesso de conteúdos genéricos no mercado. Isso reforça uma escolha da TÁTICO em compartilhar conteúdos fundamentados em casos reais, contexto e experiência prática.

Em um cenário saturado de discurso amplo, a autoridade vem cada vez mais de profundidade e aplicabilidade. Por isso, produzir conteúdo útil se torna parte da estratégia.

Industrializar processos também é ganho de eficiência

No Conexchange, em Itajaí, a TÁTICO também marcou presença com participação de Felipe em um dos painéis do evento.

A discussão trouxe um insight importante. Quando o setor fala em industrialização, normalmente se olha para produto, método construtivo ou tecnologia. No entanto, existe outra camada que precisa ganhar protagonismo: a industrialização dos processos.

Isso significa simplificar etapas, reduzir desperdícios, eliminar ruídos e criar fluxos mais eficientes. Essa lógica se conecta diretamente com os princípios Lean. Além disso, conversa com a forma como a TÁTICO entende eficiência.

Eficiência não é apenas velocidade. Eficiência é executar melhor, com menos perda e mais previsibilidade.

O que essa movimentação diz sobre a TÁTICO

Quando observamos a participação dos sócios da TÁTICO no Bootcamp Funding Imobiliário, no Fórum Deep Dive – Alternativas de Funding, no EmpreendeSC, no CMO Summit e no Conexchange, o que aparece não é apenas agenda. É direcionamento.

A TÁTICO está presente em discussões que impactam diretamente o presente e o futuro do setor. Entre os principais pontos, estão:

  • capital mais seletivo; 
  • informação com mais qualidade; 
  • processos mais eficientes; 
  • uso mais inteligente de dados e tecnologia; 
  • conteúdo menos genérico e mais útil para o mercado. 

Essa movimentação reforça o posicionamento da empresa como parceira estratégica. A TÁTICO não apenas executa. Ela interpreta o cenário, acompanha mudanças relevantes e transforma repertório em decisões mais maduras para os clientes.

Março consolidou algo importante para a TÁTICO: acompanhar o setor de perto é parte da responsabilidade de quem quer orientar decisões com mais profundidade.

Estar presente em eventos estratégicos, ouvir diferentes players, participar de debates e cruzar leituras de mercado com a realidade da operação fortalece a capacidade de entrega da empresa. Assim, a TÁTICO oferece algo que o mercado valoriza cada vez mais: clareza para decidir melhor.

Em um cenário em que o capital mudou, a tecnologia avançou e a competitividade aumentou, cresce com mais consistência quem consegue unir informação, processo, contexto e direção.

Se a sua empresa precisa evoluir em Gestão de Custos, estrutura de informação e previsibilidade, a TÁTICO pode ajudar. Dessa forma, esse cenário deixa de ser apenas um desafio e passa a se transformar em decisão prática.